Terça-feira, 8 de Outubro de 2013

2 - ESCRITORES DO TEMPO QUE PASSA!...

JOÃO DA SILVA ANDRÉ

João André, nasceu em Salvaterra de Magos, no dia 12 de Abril de 1924, filho de: Carlos Augusto André, Fragateiro/ ou Marítimo, e de Maria Zeferina, doméstica.
Seu pai trabalhando nas embarcações aportadas no cais da vala real de Salvaterra de Magos, vivia modestamente, ele João André bem cedo entrou no mundo do trabalho, como aprendiz de empregado de balcão, no estabelecimento do comerciante da terra, Augusto Pinhão.
.Dois anos volvidos, passou para a construção civil, entrando mais tarde ao serviço da RARET, nas instalações da Glória do Ribatejo, onde se manteve até à idade da reforma. João André, já nas suas brincadeiras de menino, utilizava brinquedos por si construídos, e sendo um curioso das coisas da sua terra natal, como autodidata, também no campo da poesia, só aos 50 anos de idade teve a primeira oportunidade de mostrar a sua pequena colecção de artesanato, que esteve em exposição na Capela Real da sua terra natal.



.Tem trabalho feito, com gravação dos seus poemas, quando da emissão do CD, comemorativo dos 700 anos do Foral de Salvaterra de Magos.
Em 1985, quando do arranjo do espaço ajardinado, das actuais instalações da biblioteca municipal, foi-lhe pedida a construção de dois motivos, que recordassem a vida marítima da vila, e a rural do concelho. A obra foi feita em pedra de lioz e João André, ofereceu-os, ao município de Salvaterra de Magos.
Continuando o seu gosto, quer no trabalho feito na pedra, no ferro e na cerâmica, periodicamente é-lhe solicitada a participação em eventos desta natureza.
Dos muitos diplomas que lhe são conferidos, daqueles certames culturais, destacam-se os seguintes:

PARTICIPAÇÕES EM EXPOSIÇÕES
DE ARTES PLÁSTICAS, ARTESANATO E CERÂMICA

1985 – 17/06 * Exposição de pintura, nas festas do Foral de Salvaterra de Magos
1990 – 03/06 * VI Exposição de Artes Plásticas (Artesanato ao vivo), em Benavente.

1990 – Exposição de Artes Plásticas (Colectiva) na antiga Capela Real em Salvaterra de Magos
1991 – Exposição de Artes Plásticas (Colectiva) na Capela Real, em Salvaterra de Magos
1991 – Exposição de Artes Plásticas (Colectiva), na R.T.P., em Lisboa
1992 – 01/08 * Exposição: I Mostra de Artes Plásticas “ Os Toiros e a Festa Brava” (1)
1992 - Exposição de Artes Plásticas (Individual), em Glória do Ribatejo
1992 – 04/12 * Semana da Cultura Portuguesa no Luxemburgo (2)
1992 – Exposição de artes Plásticas (FERSANT), em Torres Novas
1993 – 24/07 * Exposição “ II Mostra de Artes Plásticas” (Colectiva) na Capela Real, em Salvaterra de Magos
1993 – 24/07 * Exposição “ II Mostra de Artes Plásticas” – Tema: Escultura, com a peça “Passe de Peito”, na Capela Real, em Salvaterra de Magos (3)
1994 – Exposição de Artes Plásticas (FERSANT), em Torres Novas
1994 – 07/05 * Exposição “ III Mostra de Artes Plásticas” (Colectiva) “ Motivos Taurinos e Paisagens Ribatejanas”, na Capela Real, em Salvaterra de Magos
1994 – Exposição de Artes Plásticas (Comp.ª das Lezírias) – Filmada para a TVI

1994 - 04/25 * III Mostra de gastronomia de Marinhais – II do Concelho, realizada em Marinhais, pela AMAR
1995 – 09/06 * Exposição de pintura de artistas do concelho (Colectiva), quando das Festas do Foral dos Toiros e do Fandango, na Capela Real, em Salvaterra de Magos
1996 – Exposição de Artes Plásticas, em Samora Correia
1996 – 08/06 * V Mostra de Artes Plásticas “ Motivos Taurinos”, na capela Real em Salvaterra de Magos (4)
1996 – 06/22 * V Mostra de Artes Plásticas, “ Paisagem Ribatejana”, na Capela Real, em Salvaterra de Magos
1997 – 07/06 * IV Mostra de Artes Plásticas, “ Motivos Taurinos”, Capela Real, em Salvaterra de Magos (5)
1997 – 13/09 * Exposição de Artes Plásticas, em Valkenswoard, Holanda (6)
1998 - Exposição de Artes Plásticas, em Benavente
2000 – Exposição de Artes Plásticas, em Benavente
2001 – Exposição de Artes Plásticas, em Benavente
2002 – Exposição de Artes Plásticas, em Benavente
2003 – Exposição de Artes Plásticas, em Samora Correia

Notas:
(1)– Diploma passado pela câmara municipal de Salvaterra de Magos
(2) _ Festejos da geminação entre as duas localidades, Diploma da CMSM
(3) – 1ªº Prémio em Cerâmica “Menção Honrosa –Escultura” – Diploma passado pela CMSM
(4) – Menção Honrosa – Diploma da CMSM
(5) – Menção Honrosa – Escultura, Diploma da CMSM
(6) - 3ªº Prémio/Escultura, Diploma da CMSM


JOSÉ GAMEIRO
publicado por historiadesalvaterra às 16:30
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Segunda-feira, 7 de Outubro de 2013

1 - ESCRITORES DO TEMPO QUE PASSA!....

VICENTE FRANCISCO

Arrais de navegação no Rio Tejo, nasceu no lugar de Amoreira, freguesia de Rio de Moinhos, concelho de Abrantes. Filho de Manuel Rodrigues Francisco. Ia fazer 10 anos de idade, quando em Março de 1922 teve o primeiro contacto com a vida de maritímo, nas águas do Tejo. Em 21 de Julho de 1932, fez exame para Arrais de embarcações de tonelagem superior a 20 toneladas, que navegavam no rio.
Muito jovem, em 1943, veio viver com a família para Salvaterra de Magos, onde o trabalho abundava no seu cais da Vala Real, onde o Porto Fluvial tinha registados grande quantidade de embarcações que eram conhecidas por Fragateiros. O seu barco, fez muitas viagem rio acima, para além de Santarém e Lisboa, Setubal e Barreio, também eram locais de descarga. Pouco literato, no entanto ao longo dos anos, registava em pequenos cadernos toda a sua vida de maritimo navegante no Tejo. Grandes acontecimentos, ali tiveram lugar, como cheias e outras calamidades onde o Ciclone teve lugar de destaque, visto as embarcações disponíveis terem dado apoio em várias situações de apuros nas populações ribeirinhas.


Um dia, por volta de 1970, Vicente Francisco, deu-me algumas informações para o Jornal “Aurora do Ribatejo”, foi o ponto de partida para uma longa amizade. Mostrou-me alguns cadernos de apontamentos, a que dei forma a uma caligrafia atual, com intenção de um dia os publicar.
O tempo passou, um dia aportou ao cais de Salvaterra, Carlos Salgado (sócio fundador da Associação dos Amigos do Tejo), tendo recebido do Arrais Vicente grande ajuda, e com o entabular de conversa, viu que ali naquele homem já reformado das lides marítimas, havia grande manancial de histórias, que poderiam vir a conhecer a luz do dia. Recebeu vários apoios, e 1987 a edição do livro “Recordações da Navegação”, teve distribuição publica, na biblioteca municipal de Salvaterra de Magos.

Em 1996, o presidente da Câmara Municipal, Dr. José Gameiro dos Santos, com o apoio da Comissão de Coordenação da Região de Lisboa e Vale do Tejo, levou a cabo uma outra edição do Arrais Vicente Francisco, esta já com a ortografia atualizada para os dias correntes. No dia 24 de Fevereiro, em sessão solene, nos Paços do Concelho, fez-se o lançamento do novo livro do Arrais Vicente Francisco. Antigos camaradas de profissão vieram de Benavente, juntando-se a muitos outros que encheram a sala por completo. Tempos depois houve necessidade fazer-se uma 2ª edição da edição “Cantos do Tejo”, ficando assim naquelas duas edições de Vicente Francisco registadas as suas memórias - um navegante do Tejo, rio que deixou de ser navegável pelos barcos Fragateiros, deixaram de existir.

JOSÉ GAMEIRO
publicado por historiadesalvaterra às 15:49
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Quarta-feira, 2 de Outubro de 2013

VÃO DEPRESSA, AS TROPAS ESTÃO A PASSAR!.....

Esta crônica já foi publicado em tempos com o titulo " AS BOTAS DO MANEL GATO", porque o texto também se centra numa outra personagem, aqui o publicamos com outro titulo, devidamente atualizado e aumentado
Nos dias que passam, já não existem sapateiros de oficio, em meio século desapareceram cerca de 40 daqueles artesãos que existiam em Salvaterra de Magos.
As oficinas destes artesãos eram pequenos espaços, à entrada das suas habitações, sendo muito poucos os que tinham outro sitio para laborarem.
Alguns na rua, tinham junto da porta, um corvo, ou gralha que, amestrados diziam alguns palavrões, daquelas “azedas” que a clientela, ou quem passava gostava de ouvir dizer – era uma graça!
Entre eles, havia três figuras que andavam na boca do povo, pela sua originalidade, os Mestres; Vital Nuno Lapa, Manuel Gomes Serra, conhecido por Manel Gato e o seu primo Roberto Serra. O mestre-Vital, tinha a sua oficina na rua Direita, com a Trav. da Amoreira, era um homem alto, magro, mas já vergado pelo peso dos anos.


Era solteiro, os seus últimos tempos de vida, morreu em 1961, passou-os junto dos seus primos, a família Lopes Rosa, que tinham na vila, uma pequena empresa de fabricação de licores. No dobrar do séc. XX, ainda vivia a causa republicana com grande convicção entre amigos de infância.
Desde muito novo, que se fez seu partidário, sendo um dos fundadores do Núcleo existente aqui em Salvaterra de Magos. O seu entusiasmo era tal, que por volta de 1955, ainda dava azo a que o rapazio de idade escolar, como eu, o incomodava à porta da sua oficina.

Óh, mestre Vital.!.... Quando chegam as tropas do Gomes da Costa !.....
Tirando os olhos do calçado que tinha entre-mãos, em cima dos joelhos, a resposta vinha serena: Olhem!, Estão a chegar às Cavalariças.
Despachem-se; vão depressa, estão a passar não cheguem lá tarde !....

Repartindo o pequeno espaço da oficina, com o Jovem sapateiro; Julio Lopes André, que aprendera o oficio com um outro mestre - Augusto da Luz,, e procurando clientela própria, ali se instalou junto ao Mestre Vital Lapa, mesmo que temporariamente. Júlio André, pessoa calma e afável, compreensivo com a “canalha” lá mostrava um sorriso disfarçado, com as suas arremetidas ao idoso sapateiro, mantinha-se sempre calado, enquanto estas não passavam da marca, pois estava sempre atento com as arrelias do seu companheiro de oficina.
Um banco corrido de madeira, encostado à parede, dava para seis pessoas. e um pequeno armário já carcomido pelo tempo, sem os seus oito vidros nas duas portas da frente, pois era esquartejada em cada uma, eram o seu mobiliário. Nas prateleiras do móvel, guardava uma infinidade de pequenos instrumentos de trabalho como os Bucetes, que eram aquecidos em cima de um candeeiro a petróleo, para brunir as solas.

Outros instrumentos de trabalho como: os Costas Viras, as Cevelas de meia cana, a Régua de afiar as facas, a Cera para passar os fios de coser, a caixa das agulhas, as Grosas e Limas, pequenos, Martelos e Alicates, eram guardados num móvel, aliás onde também guardava o Candeeiro, quando não estava em uso e não sofre-se qualquer acidente da clientela.



O móvel, sendo de construção antiga apresentava-se esconso num dos lados, pois estava gasto num dos seus quatro pés.
O Mestre Vital, era de uma disciplina desusada, pois para tirar ou colocar qualquer peça no armário, tinha de abrir sempre a fechadura da porta, apresentando este duas pequenas janelas esquartejadas sem os oito vidros. Este seu cuidado, foi notado e deu brado durante anos, entre a população. Por ali paravam durante o dia, um grupo de velhos amigos, que usavam de malandrice, sabendo da sua grande paciência. Numa combinação prévia um ou outro, dava um pequeno encontrão no móvel e lá vinha o candeeiro de vidro ao chão. O mestre-Vital, recomendava - Tenham mais cuidado !... E, de imediato tirava algumas moedas do bolso do colete, encarregando um dos presentes em lhe fazer o favor de comprar um outro candeeiro, na loja do Gaspar Rapitalho (Gaspar Maria Alexandre), no Largo junto à câmara municipal. Os presentes, lamentavam o “acidente”, logo se solidarizavam, pagando o prejuízo, ficando o mestre-Vital muito agradecido e, enaltecendo o gesto praticado – era uma boa ação dos seus amigos.

Quando o candieiro, estava no chão, aquecendo o Bucete de ferro, o próprio Gaspar Rapitalho, seu velho amigo, deixava cair um pingo de cuspo, na fita que estava a arder, ficando esta como a soluçar (devido ao contacto da água com o petróleo) até que se apagava. O Mestre, logo dizia: Óh Gaspar, estão-te a vender o petróleo falsificado, deves reclamar !

O outro sapateiro que deixou fama, foi o Mestre Manuel Serra, conhecido por Manel Gato, tinha a sua oficina em casa, lá para os lados da Fonte do Arneiro. Era um homem que rondava os 50 anos, mas muito brincalhão, uma das suas diabrites, foi o caso das botas de um cliente. Naquele tempo, a população da vila, era maioritariamente rural, e muitos vinham a casa, só de quinze em quinze dias. De Sábado ao cair da tarde até Domingo à noite, altura em que regressavam ao campo. Por isso, o dia de Segunda-feira, era dia de sapateiros (dia de folga).

O calçado, especialmente a bota de homem, era de um cabedal ensebado e com cardas na sola, comprado em dia de feira anual, no mercado de Marinhais, ou nas lojas de fancaria da vila. Um certo dia, um cliente levou um par de botas para o mestre, pôr meias solas e cardá-las. O tempo combinado para o arranjo, há muito estava ultrapassado, os emissários enviados pelo cliente, passaram pela esposa, filhos e amigos.
A resposta era sempre a mesma. Estão a andar!
Certo dia, o dono das botas, encontrou o sapateiro, numa taberna existente junto da Igreja Matriz, com elas calçadas e, este com uma calma de gelar, respondeu ao reparo:
Rapaz, eu sempre disse a todos, que as botas estavam a andar, não viram, como tu viste, não tenho culpa, são ceguetas! Vai logo à oficina que estão prontinhas! Assim, ficaram famosas as botas do Manel Gato, que ainda à bem pouco tempo eram faladas pelas gerações mais antigas.

O mestre, Roberto Serra, tinha a sua casa, na rua Dr. Gregório Fernandes, mesmo ao lado do Custódio do carvão. No outro lado da rua existiam, além da farmácia, o barbeiro e uma grande loja, cujo empregado era conhecido pelo Manel Pechincha (Manuel Gonçalves da Luz).
O Roberto Serra, tinha duas filhas muito pequenas, a Rita e a Marta. Amiúdas vezes lá ia à loja comprar rebuçados, alegando; são para a minha Marta!...
Para matar o tempo, enquanto trabalhava a sola, chupava os rebuçados. Descoberto, o povo especialmente as mulheres - na compra daqueles pequenas guloseimas de açúcar , defendiam-se com alguma graça, não são para mim, são para a Marta, do Roberto Serra!.....


*****
* Cavalariças: o cruzamento na EN 118 (Santarém/Coruche * Gaspar Rapitalho = Gaspar Maria Alexandre
* Manel Pechincha = Manuel Gonçalves da Luz


JOSÉ GAMEIRO
publicado por historiadesalvaterra às 17:17
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Terça-feira, 1 de Outubro de 2013

JOSÉ RAFAEL OLIVEIRA - o Zé Bêbado, uma figura Típica de Salvaterra

Homem meão, de corpo magrizela a denotar o peso dos seus 80 anos anos.
José Rafael de Oliveira, não será um icone da vila, mas é certamente uma referência, uma figura tipica, em Salvaterra de Magos. Pessoa simpática, sempre presente e prestável quando algum acontecimento doloroso acontece aos seus conterrâneos. Irmão de uma prole de oito filhos, que chegaram à idade adulta, filhos do que em jovem foi Marinheiro – Pedro Pinto e Custódia Rafael.

José Rafael, desde a sua juventude gostou do ciclismo e quer na companhia de um de amigos da terra, quer isoladamente entrava em provas de amadores, modalidade onde nos últimos anos a sua presença é conhecida e desejada, pela alegria imposta com o uso de um barrete verde – dos campinos do Ribatejo.

Sabíamos do seu gosto em colecionar calendários, de pendurar na parede, e todos os anos fazer uma angariação de fundos entre o comércio da terra, fazendo assim publicidade às mesmas, onde a imagem principal é a morte do Conde dos Arcos, uma pintura que mostra a tragédia do acontecimento em Salvaterra de Magos, no reinado de D. José, no séc. XVIII.

Um dia destes, lá vinha no seu transporte favorito – a bicicleta de corrida. Conversamos um pouco e nos recordou, este ano faço 70 anos que ando nas corridas.
Insistiu e porque estávamos a escassos metros do espaço, onde tem a sua actividade – Garagem e Reboque de carros. Subimos uma pequena improvisada escada, construída em ferro, que estava amovivel à parede. Num pequeno espaço de um sotão ali nos mostrou o seu MUSEU. Conforme nos mostrava este, aquele, aqueloutro objecto notava-se uma alegria no seu rosto, estava ali um mundo de recordações; centenas de medalhas, taças e fotos onde mostrava a sua participação em provas,

Entre alguns azulejos com fotos, mostrou-me um da pintura do que foi o paço real de Salvaterra – uma edição municipal.
Olha meu amigo, vou guardando isto é o meu entretém, disse!...
Fiz umas fotos do Zé bêbado (nome que é conhecido desde criança), no seu mundo de recordações e e à despedida – agora vou mostar a última novidade!
Lá me trouxe uma caixa, com pequenos objetos, eram miniaturas de barretes verdes com um cartão de visita da sua actividade e alusivos a Salvaterra de Magos.
Um dia, gostava que isto não se perde-se, que não fosse para o lixo disse-me à despedida. Assim, deixamos o nosso interlocutor, preso às suas recordações!.....


JOSÉ GAMEIRO
publicado por historiadesalvaterra às 20:00
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