Poderá ter sido um lindo sonho, de alguns presidentes das câmaras, que estão na LEZIRIA DO TEJO (incluídas na antiga Lisboa e Vale do Tejo), criar a empresa AR - ÀGUAS DO RIBATEJO, uma empresa municipal, sob a forma de sociedade anónima., com capitais 100% públicos e, que pretende servir cerca de 108.000 habitantes. Teve o seu inicio, em 2007. Não devia haver razão para duvidar, leia-se numa passagem da mensagem do seu presidente do conselho de administração; José Joaquim Gameiro de Sousa Gomes, pois eram seus propósitos “ incluímos a optimização dos sistemas já existentes e a construção de outros, sobretudo na área do saneamento básico, o que significa que a nossa Região fica ao nível das Regiões mais evoluídas do mundo” (1]. A empresa, tem na sua missão o propósito da responsabilidade, bem servir os 108.000 habitantes dos municípios abrangidos. A história, ainda está no início. Um dia poderá ser contada, mas pena será, que muitos estragos vá deixar pelo caminho. O seu percurso, vai ser penoso, para os que nela vão intervir, quer como clientes a nível individual, quer a nível de cidadão anónimo que paga impostos, que vão recair por “atacado” nos cofres das autarquias: Benavente, Alpiarça, Almeirim, Chamusca, Coruche e, Salvaterra de Magos. Nestas mudanças, existem sempre os descontentes, m


e mesmo aqueles saudosistas, poderá ter-se pensado no seio daqueles autarcas.
Mas era inevitável, tinha-se que tomar esta decisão. Mas quando são decisões justas, a bem do povo, este até aplaude….! Muitas outras câmara, ainda não o fizeram, sabe-se lá porque? As despesas, deixariam de existir, especialmente com o pessoal e seus encargos e, com a manutenção do parque (viaturas, acessórias, etc.). Vou-me cingir ao município de Salvaterra, concelho onde tenho a minha habitação á cerca de 40 anos. A maioria que governa actualmente este concelho, desfez-se de um punhado de trabalhadores (passaram para as AR, aliciados por melhores condições de trabalho, especialmente vencimentos mensais), quando da mudança foi o que se viu e ouviu. Raios e Coriscos, o consumidor, bem barafustou…. barafustou….! Disse das suas razões.
Os esclarecimentos vieram, as AR, tentaram acalmar os mais excitados, até porque antes de entrarem em actividade, já tinham achado por bem enviar correio, os novos preços de consumo e taxas. O consumidor, lá foi pagando, essa exerbitancia de preços, julgando nada mais puder fazer. Ningém os ouve. Pensaram...! Em qualquer sitio aqui no concelho, quando se fala em pagar a factura da água, “hái, aqui del-rei”, mas todos lá vamos pagando os consumos de água. No meu caso pessoal e, para se fazer uma comparação aqui vai. Com o mesmo espaço de habitação que tenho ainda hoje e, o mesmo numero familiar, em 1999, a câmara de Salvaterra de Magos, facturava uma média de dois mil escudos (2.000$00) por mês. Quando passou a "bola", o seu último recibo de Maio de 2009, foi de 14,84 euros. Devo notar, que o municipio incluia, o valor de ALUGUER DE CONTADOR, uma taxa considerada ilegal por algumas entidades. As AR, iniciou em Junho seguinte a cobrança, emitindo um recibo de 16,11 euros mensal, valor que incluia "UMA QUOTA DE SERVIÇO". A Facturação desta sociedade pública, foi sofrendo alguma actualização e, no passado mês de Setembro, foi-me posta à cobrança a factura/recibo, de vinte e dois euros (22,000 euros), tendo incluída uma taxa “CONTA DE TERCEIROS”, agora em substituição de Quota de Serviços.
A Câmara Municipal de Salvaterra, desde 1951, oferecia a água às instituições de solidariedade Social do concelho, os jardins públicos (árvores, relva e flores) eram regadas (quando eram), com água vinda das suas captações. Agora ao que consta, a próprio município e aquelas instituições estão a pagar o consumo. Todos os espaços verdes, já foram dotados de contadores, daqui em diante têm os dias contados. Nos dias que passam, para economizar, é mais fácil cortar e suprimir a beleza de uma terra, as suas zonas verdes, como já se vai vendo.
(1) - Águas do Ribatejo-Internet
JOSÉ GAMEIRO
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